Acabou o fôlego do Figueirense nas partidas finais do campeonato.
Depois de conseguir uma sequência incrível sem derrotas, o alvinegro do Estreito perdeu 2 seguidas em casa e vê o sonho da Libertadores escapar por entre seus próprios dedos. Muitos jogadores estão no limite e, a maioria deles, já ultrapassou o limite físico e jogam no sacrifíco. São os casos de Julio Cesar, Ygor, Bruno e Juninho. Outros jogadores não tem qualidade para compor o grupo e são, insistentemente, escalados (só pode ter esquema de empresários). São os casos de Coutinho e Rhayner.
Sobre o jogo, analiso da seguinte forma: o Jorginho, ou achou que o Figueira é a melhor equipe do mundo, ou estava vendo outro jogo. Viu errado o esquema do Corinthians quando colocou Aloísio no lugar do Fernandes. Comprovou isso quando colocou o Rhayner no lugar do Júlio Cesar tentando consertar a substituição anterior.
O técnico Tite deu uma aula de humildade quando escalou o Danilo no meio, pela esquerda. Quem conhece um pouco de futebol percebeu que o Danilo marcou competentemente o lado direito do Figueira, onde jogavam Bruno, Fernandes e W. Nem. Quando Danilo saiu e se abriu a brecha por aquele lado para o Figueira deitar e rolar, o que o Jorginho fez? Tirou Fernandes e colocou W. Nem para o meio. Acabou com o setor direito da equipe e acabou com o W. Nem. Enquanto isso, o pior jogador em campo continuava lá desfilando suas trapalhadas. E foi em uma dessas trapalhadas do Coutinho que o Corinthians fez o gol. Será que analisei tão errado o jogo assim?
Quem se lembra dos jogos do início do campeonato, quando o Jorginho insistia em revesar W. Nem e Rhayner no meio de campo alvinegro? Por que isso de novo? Por que? Por que?
O Figueirense tem um último compromisso diante do rival catarinense. Infelizmente vai para o jogo de obrigação, onde o único resultado possível é a vitória. O problema é que acabou o fôlego alvinegro. Então vai ser sofrimento até o último segundo de jogo.
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