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2 de abril de 2012

QUEM VENCEU O CLÁSSICO ?

  Terminou empatado o clássico no Scarpelli entre Figueirense e Avaí. Pior para a equipe azurra que continua fora da zona de classificação e tem, agora, dois jogos difíceis nas próximas rodadas. Ao Figueirense fica o consolo de ver o adversário dominar a partida e conquistar o empate dentro de seus domínios mantendo o tabu desde 2007. O Figueirense jogou durante 20 minutos: 10 minutos no início do primeiro tempo com gol de Aloísio e 10 minutos no início do segundo tempo com gol de Júlio Cesar. Foi só. Nos outros 70 minutos viu um Avaí determinado, esforçado, empenhado em buscar o resultado.
  No primeiro tempo, o alvinegro começou dando a impressão de impor superioridade no jogo com gol rápido, bola na trave e gol perdido cara a cara com o goleiro. O Avaí não se assustou e tratou de dominar a partida criando chances de gol. Wilson salvou o Figueira.
  No segundo tempo, nova blitz alvinegra e Roni sofreu penalti discutível com gol de Júlio Cesar. Com 2 a 0 no placar, o Figueira recuou e deu espaços ao Avaí que melhorou, pressionou e buscou o empate com Nunes e Cléber Santanna.
  Será que a equipe alvinegra cansou na reta final? Será que o elenco está desgastado, sem peças de reposição? Ygor e Túlio estavam mal, Júlio Cesar não conseguia dominar a bola, Toró foi figurante, Luiz Fernando entrou em campo? Como escrevi anteriormente, espero que os homens do futebol estejam de olho no mercado e qualifiquem o time para a série A porque ficou visível a falta de reposição no jogo do Criciúma e no segundo tempo contra o Avaí. Criciúma, Chapecoense, Joinville e Avaí estão mostrando evolução neste final de campeonato. Será que o Figueira vai morrer na praia? Vamos aguardar as cenas dos próximos capítulos.
  Vou dar um destaque negativo para a arbitragem catarinense. O jogo era um clássico onde ninguém quer perder. Nervosismo, jogadas mais duras, reclamações aconteceram em excesso. O árbitro deixou o jogo correr, a porrada rolar, carrinhos por trás, puxões e empurrões de formas violentas. Na minha opinião, a integridade física dos jogadores vem antes da importância do clássico. Não houve favorecimento da arbitragem para ambos os lados, mas a violência foi gratuíta e desnecessária. Perdeu o futebol e o espetáculo.

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